Convido a estranheza.
Pago o preço da viagem
Percorro com ela os locais familiares.
Tomo um café com a estranheza no meu café habitual
Levo-a a casa, abro-lhe a porta e dou-lhe a dianteira.
Mostro-lhe todas as divisões e permaneço com ela por alguns momentos em cada lugar,
dedicando-me aos meus afazeres sob o seu olhar atento.
Levo a estranheza para a cama e deixo que me envolva o corpo,
que me desvende, que nos desvende, que nos recrie.
Depois de uma Noite com a estranheza é preciso que ela parta, que eu parta.
É preciso que acorde só para o novo dia.
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