Indícios Terrestres

"Não defendo nenhum dos meus indícios terrestres separadamente, como também não defendo nenhum dos meus versos nem das minhas horas isoladas: o importante é o conjunto. Não defendo sequer o conjunto dos meus indícios terrestres, defendo apenas o seu direito à existência, e à verdade - a minha." Marina Tsvietaieva

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Desencontro

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A Morte de Virgílio, 1º volume

A Morte de Virgílio, 1º volume
A "Morte de Virgílio" do austríaco Hermann Broch, é um dos maiores romances deste século, uma vasta meditação lírica que exprime uma profunda inquietação sobre a morte, o sentido da vida e a possibilidade de conhecer o mundo. Construído como um monólogo interior em que se entrecruzam tempos e espaços, o livro tem um estilo em ruptura com as normas narrativas tradicionais, sendo uma das expressões mais conseguidas do grande romance centro-europeu. Foi a própria morte do poeta Virgílio que serviu de ponto de partida à elaboração desta obra de concepção sinfónica. Virgílio morreu aos 51 anos, em Brindisi, a 21 de Setembro do ano 19 a. C. no regresso de uma viagem à Grécia onde contraíra a malária. Desiludido com o seu tempo quis, no decurso dos seus últimos dias, destruir o manuscrito da Eneida. O livro começa com a chegada da frota romana ao porto de Brindisi levando consigo o poeta já moribundo, enquanto em terra se preparam os festejos que hão-de acolher o imperador.

Pina Bausch

Pina Bausch
A vida, um bailado - com a Luz, com as Sombras

Como a Água que Corre

Como a Água que Corre
Em Como a Água que Corre, Marguerite Yourcenar reuniu três novelas escritas na juventude e reformuladas numa época de maturidade literária. Na primeira, "Anna, Soror...", surge o tema do incesto, do amor entre irmão e irmã; em "Um Homem Obscuro", é traçado o percurso de Natanael, personagem de alma límpida; por fim, em "Uma Bela Manhã", o pequeno Lázaro vive não só a sua vida mas a vida de toda uma companhia de actores ingleses. Um tríptico reunido sob o fabuloso nome da obra.

Memórias de Adriano

Memórias de Adriano

Veneza, Jan Morris

Veneza, Jan Morris
"Este livro é já um clássico, muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das históras do quotidiano. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, Morris é "uma das maiores escritoras descritivas da língua inglesa". Por isso ele lhe chama também "a travelling genius". É numa permanente inquietação de viagem que a autora, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."

Uma volta pela prisão

Uma volta pela prisão
Esta obra reúne os textos que Yourcenar dedicou às viagens que maior influência exerceram na sua sensibilidade e, embora publicada postumamente, corresponde a um projecto seu. A obra articula-se em torno da viagem ao Japão (Outubro a Dezembro de 1982), pretexto também para fazer reviver, com imensa ternura, o poeta errante japonês do séc. XVII, Matsuo Bashô. O volume termina com o discurso proferido no Instituto Francês de Tóquio, em 192, no qual é analisado o sentido da viagem através dos séculos e da literatura. De facto, quem poderá ser insensato ao ponto de "morrer sem ter dado ao menos uma volta pela sua prisão?

A Obra ao Negro

A Obra ao Negro
Em carta ao editor da Gallimard, Yourcenar disse desta obra: “Trata-se da vida movimentada, mas também meditativa, de um homem que faz total tábua rasa das ideias e preconceitos do seu século para ver depois onde o seu pensamento o conduzirá livremente.” Acrescento aquela que é talvez a frase mais emblemática de Zenão, esse personagem fascinante, e que serviu ainda de epílogo a uma outra obra de Yourcenar - Uma Volta pela Prisão. "Quem pode haver tão insensato que se deixe morrer sem ter dado, pelo menos, uma volta à sua prisão?"

Musicofilia

Musicofilia
mais um livro fascinante de Oliver Sacks

Grécia Revisitada de Frederico Lourenço

Grécia Revisitada de Frederico Lourenço
"Revisitar a Grécia é reencontrar Portugal. Nesta aliciante introdução à Cultura Grega, dirigida a leitores de todas as áreas e interesses, Frederico Lourenço revisita a Grécia do espírito: a Grécia de Homero e Platão; mas também a Grécia de Camões. Ítaca, Atenas, Alexandria, Bizâncio, Coimbra e Lisboa são os portos a que atraca a navegação. No encalço de Ulisses, mítico fundador da identidade portuguesa, o leitor é convidado a seguir e cruzar rotas que tanto partem da Grécia Antiga em direcção ao Renascimento português como desembarcam na nossa poesia do século XXI. As bússolas mantêm-se de época para época: Amor, Morte, Sexo, Beleza e Metafísica. Mas é mar aberto. E como diz Homero, nunca pode ser vindimado."

Proust era um neurocientista

Proust era um neurocientista
Magnífico primeiro capítulo sobre Walt Whitman: A substância do sentimento e oitavo e último, Virgínia Woolf: O Eu emergente

Annemarie Schwarzenbach

Annemarie Schwarzenbach
Obrigada Sofia!

In Memoriam


Discover Bruno Coulais!

Elos Sagrados ou A Interdependência de Todas as Coisas


Discover Philip Glass!

Google 7 Julho de 2008 - Comemoração do Aniversário de Marc Chagall

Google 7 Julho de 2008 - Comemoração do Aniversário de Marc Chagall
Acasos que ficam...

A midi, l'été

A midi, l'été
Marc Chagall, Daphnis e Chloe

Je suis venue te dire que je m'en vais


Discover Carmen Consoli!

Entrada? Saída?...

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A propósito de Portas, Limiares, Vulnerabilidade
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